
No próximo dia 13 de maio, pelas 16h00, vai decorrer uma sessão dos ISEP Webinars, organizada pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP).
Este webinar, apresentado por Bjarnheiður Kristinsdóttir, tem como tema “Tarefas de pensamento computacional para a aula de matemática - desenvolvimento de princípios de conceção”.
Para aceder ao webinar, pode clicar aqui.
Resumo
À medida que o pensamento computacional se integra cada vez mais na matemática escolar, os educadores enfrentam o desafio de criar tarefas que promovam competências de pensamento computacional sem comprometer a profundidade matemática. Com base nas conclusões do projeto da UE Colette e no trabalho colaborativo em curso para o desenvolvimento de materiais de apoio curricular para o currículo nacional islandês (do 1.º ao 10.º ano), neste workshop iremos debater o desenvolvimento de princípios de conceção para tais tarefas, abordando a questão central: que critérios são necessários para criar tarefas que sejam simultaneamente matematicamente significativas e eficazes para o desenvolvimento do pensamento computacional dos estudantes? Tais princípios de conceção poderão fornecer um roteiro para que educadores e designers curriculares cultivem experiências de pensamento computacional inclusivas e significativas na sala de aula de matemática.
Biografia
Bjarnheiður Kristinsdóttir (Bea) é Professora Assistente das áreas científicas de Matemática e Educação Matemática na Universidade da Islândia. Na sua investigação, centra-se na conceção de tarefas e nas práticas de sala de aula que promovem a participação ativa e a comunicação dos estudantes. Está ativamente envolvida em projetos de colaboração internacional, com especial enfoque na utilização de software de geometria dinâmica e em estratégias de avaliação formativa, no desenvolvimento de cursos de formação de professores e na coordenação de debates em sala de aula. Um exemplo do seu trabalho de conceção de tarefas é o desenvolvimento de “tarefas de vídeo silencioso”, vídeos animados curtos para os quais os alunos gravam as suas próprias narrativas, que têm demonstrado potencial para reduzir barreiras linguísticas e facilitar o acesso a todos os estudantes.
